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A tradição de receber a capelinha em casa permanece em muitas famílias

A antiga tradição de receber a capelinha em casa não terminou. Receber a visita especial de Nossa Senhora continua sendo motivo de alegria para muitas famílias.
Em torno de 21 famílias do Loteamento Dona Elma, receberão em suas casas a abençoada visita de Nossa Senhora das Graças.
A iniciativa se deu a partir de algumas vizinhas que se organizaram, visitaram as quadras e convidaram as famílias para participar.
A sugestão de adotar para a capelinha o título de Nossa Senhora das Graças foi da família de Marcos e Letícia Pedroso, muito devotos, alcançaram graças por intercessão dEla, assim como outras pessoas que conhecem.

Segundo Gabriela Mattes Brustolin, que há nove meses reside no Loteamento, tanto seu esposo quanto ela, cresceram recebendo em casa a visita da capelinha, “por mais que estivéssemos no nosso cantinho, parecia estar faltando alguma coisa”, ressalta, “no dia 28 de julho recebemos a benção para nossa capelinha, que vai peregrinar, abençoando 21 família em nosso bairro. Gratidão a Deus e ao padre pelo momento marcante, vivido em nossa casa”, conclui Gabriela.

Como surgiu a tradição das capelinhas

Segundo o padre Antônio Valentini, aqui no Brasil, a primeira visita da capelinha se deu em 1914, em Belo Horizonte. A seguir, diversas arquidioceses e dioceses a introduziram com o objetivo de atrair sobre as famílias, pessoas e sociedade as bênçãos e graças do Coração de Maria, por meio da oração comum, de modo especial do Rosário, O carinho a Nossa Senhora em seus diferentes títulos é parte integrante da dimensão religiosa da história. “Basta olhar para as comunidades católicas e ver que a grande maioria delas é dedicada ou a Nossa Senhora ou a um santo. Nesse contexto também estão as tradições ligadas as “capelinhas de Nossa Senhora”, explica o padre.

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